Wednesday, May 13, 2015

A Tradição[i]




Nau portuguesa do século XV, em ilustração de Alfredo Roque Gameiro
Na presente comunicação, trataremos do conceito de Tradição, demonstrando que é esta o pilar e a seiva da Nação e a base de todo progresso autêntico.
Uma vez que o vocábulo “Tradição” não é unívoco, cumpre sublinhar que aqui entenderemos a Tradição segundo a compreende o tradicionalismo político, que não se confunde com o tradicionalismo filosófico de de Maistre, de Bonald, Lamennais e Ventura di Raulica, e tampouco com o chamado “tradicionalismo esotérico” de Guénon, Evola e Schuon, e que, de acordo com a raiz etimológica do termo “Tradição”, defende o enaltecimento de um patrimônio de cultura e de valores substanciais de uma Sociedade, passado de geração em geração por meio de uma “entrega constante”.[1] Noutras palavras, conforme aduzimos algures,[2] o tradicionalismo político, que se nutre da metafísica da Filosofia Perene, que tem em Santo Tomás de Aquino seu máximo expoente, concebe a Tradição como sendo a transmissão de um patrimônio de valores espirituais, culturais e religiosos essenciais às nações, de uma geração a outra, ou, como diria Marcello Veneziani, “de pai para filho”,[3] partindo do princípio de que, conforme asseverou Alfredo Pimenta, “Nação que rejeita a Tradição é Nação que se suicida, que se nega a si própria”.[4]
Como igualmente observamos alhures,[5] o tradicionalismo político vê a Tradição como essencialmente histórica, inserida, nas palavras de Alberto Buela, “como coisa valiosa no sangue vivo dos povos”,[6] sendo, na lição de Francisco Elías de Tejada, a “medula dos povos”, assim como uma excelente “filosofia política”, a “filosofia do homem concreto” e das liberdades concretas e limitadas,[7] em oposição à ideologia liberal do homem abstrato e da liberdade abstrata.
A palavra Tradição deriva do vocábulo latino traditio, que, por sua vez, deriva de tradere, termo que possui o significado de entregar ou de dar e, por seu turno, procede da raiz indo-europeia , que podemos traduzir como dar. Como escreveu Ricardo Dip, ao primitivo indo-europeu se antepôs a preposição latina trans, que significa além, ir além, ou de um lado a outro e que, a um tempo, se pronunciava tras, o que permitiu a redução para tra, como aparece em vocábulos como tradere e traditio.[8] A este último termo latino corresponde o vocábulo grego παράδοσις (parádosis), que igualmente possui o significado de “transmissão”.[9]
Tanto pela preposição latina trans quanto pelo termo indo europeu , significa o vocábulo traditio “algo que transita de alguém, ou de algo, para além; alguma coisa que se dá ou se entrega de um lado a outro”. Este essencial dinamismo do significado da palavra traditio é, com efeito, muitíssimo relevante, conforme ponderou Dip, para acentuar o absurdo erro no entendimento que reserva ao vocábulo “tradição” a nota, incondicional, de estaticidade, de oposição ao progresso ou de conservação total.[10]
A Tradição vem a ser a entrega constante, ao longo das gerações, de um patrimônio de valores comuns, mantidos em sua essência, corrigidos sempre que necessário e incessantemente aprimorados,[11] representando, nas palavras de António Sardinha, a “continuidade no desenvolvimento” e a “permanência na renovação”.[12] Alhures definida por nós, em paráfrase a José de Alencar, como a “arca veneranda da sabedoria de nossos maiores, consolidada pelos séculos e apurada pelas gerações”,[13] a Tradição não é todo o Passado, mas tão somente aquela porção do Passado que, no dizer de Víctor Pradera, “qualifica suficientemente os fundamentos doutrinais da vida humana de relação”, isto é, “o passado que sobrevive e tem virtude para fazer-se futuro”,[14] ou, no dizer de Plínio Salgado, o “Passado Vivo”,[15] ou, ainda, nas palavras de Ribeiro Couto, o “Passado que é presente e que é futuro”.[16] Neste sentido, assim distinguiu Hélio Rocha a Tradição do Passado:
                                         Tradição não é simplesmente o passado.
O passado é o marco. A Tradição é a continuidade.
O passado é o acontecimento que fica. A Tradição é o fermento que
prossegue.
O passado é a paisagem que passa. A Tradição é a corrente que
continua.
O passado é a mera estratificação dos fatos históricos já realizados.
A Tradição é a dinamização das condições propulsoras de novos fatos.
O passado é estéril, intransmissível. A Tradição é essencialmente
fecundadora e energética.
O passado é a flor e o fruto que findaram. A tradição é a semente que
perpetua.
                                         O passado é o começo, as raízes. A Tradição é a seiva circulante, o
prosseguimento.
O passado explica o ponto de partida de uma comunidade histórica.
A tradição condiciona o seu ponto de chegada.[17]
O passado é a fotografia dos acontecimentos. A tradição é a sua
cinematografia.
Enfim: Tradição é tudo aquilo que do passado não morreu.[18]
            Assim, a Tradição é, como prelecionou Francisco Elías de Tejada, “a entrega daquilo que possui forças vitais suficientes para influir em nossos atual acontecer”,[19] ou, na expressão de José Pedro Galvão de Sousa, “o passado que não passa, por encerrar uma força vivificadora que se projeta para o futuro”,[20]  não se confundindo, pois, com o passadismo, o imobilismo, o fixismo, o conservantismo estático. Neste sentido, assim distinguiu Gustavo Barroso a Tradição do saudosismo:
Tradição é uma coisa; saudosismo, outra. A tradição vivifica; o saudosismo mata. A tradição é um olhar que se deita para trás, a fim de buscar inspiração no que os nossos maiores fizeram de grande e imitá-los ou superá-los. O saudosismo é o olhar condenado da mulher de Lot, que transforma em estátua de sal. A tradição é um impulso que vem do fundo das idades mortas dado pelas grandes ações dos que permanecem vivos no nosso culto patriótico. O saudosismo é um perfume de flores fanadas que envenena e enerva. A tradição educa. O saudosismo esteriliza.
Amar as tradições da terra, da raça, dos heróis é buscar nos exemplos do passado a fé construtiva do futuro. Mergulhar dentro delas para carpir a pequenez do presente diante de sua grandeza é confessar a própria impotência e a própria incapacidade.
Da tradição nos vêm gritos de incitamento. Do saudosismo nos vêm lamentos e jeremiadas. Uma nação se constrói com aqueles gritos e se perde com essas lamentações. Por isso, o Integralismo é tão tradicionalista quanto é "antissaudosista".[21]
Destarte, o verdadeiro tradicionalista, ao contrário do passadista, aceita do Ontem apenas as forças capazes de influir sobre o Hoje e, em larga medida, sobre o Amanhã, defendendo, pois, a necessidade de um retorno não ao Passado enquanto tal, mas aos valores eternos que floresceram nos melhores tempos do Passado, que nos deve interessar como “base e matriz do Porvir”, como escreveu Gustave Thibon,[22] assim como aos valores do Pretérito que, embora não eternos, são duradouros e permanecem vivos no Presente. Do mesmo modo, o tradicionalista autêntico, ao contrário do conservantista estático, rejeita os elementos contrários à Tradição e as tradições espúrias presentes nos tempos que correm, não se agarrando, pois, nem ao Passado nem ao Presente como a uma tábua de salvação, e sendo, em verdade, o único verdadeiro senhor do Porvir. E se o homem moderno é, segundo Chesterton, "um viandante que se perdeu na estrada" e que "tem de regressar ao ponto de partida, se quiser se lembrar de onde veio e para onde vai",[23] o tradicionalista, consciente de onde veio e para onde vai, tem a honra de ser, nos tenebrosos tempos correntes, um inatual, um extemporâneo, ou, noutras palavras, um homem contra a corrente, que Sócrates, defensor da Tradição contra os sofistas antitradicionalistas, consideraria um homem dotado de alma de ouro vivendo em plena “Idade do Ferro”.
Vista por alguns como figadal inimiga do progresso, é a Tradição, ao contrário, a base, o alicerce de todo progresso autêntico e estável, havendo sido denominada, com efeito, “progresso hereditário” por Vázquez de Mella.[24]  Nesta mesma linha de raciocínio, escreveu Michele Federico Sciacca que “não há progresso verdadeiro ou construtivo sem tradição”, da mesma forma que “não há tradição viva e operante sem progresso”,[25] e Plínio Salgado, em estudo sobre a obra de Francisco Elías de Tejada, sublinhou que “Tradição e Progresso estão de tal sorte unidos, que este não pode existir sem aquela nem aquela sem este”.[26] No mesmo sentido, em ensaio sobre o Quarto Centenário da cidade de São Paulo, o mesmo Plínio Salgado, pouco depois de haver ressaltado que “a tradição do povo bandeirante vai buscar raízes na capacidade de expansão lusíada e no caráter cristão dos nossos primeiros aglomerados humanos”, escreveu que se pode dizer que a palavra “tradição” é sinônimo de “progresso”. Isto porque, como observou o escritor e pensador patrício, “se, etimologicamente, ‘tradição’ significa transmitir do passado para o futuro, também ‘progresso’, sendo, ao contrário de ‘regresso’, a propulsão para a frente”, pressupõe, logicamente, “uma posição anterior determinando uma posição posterior, o que, em última análise, é movimento do passado para o futuro”.[27]  
Assim, a Tradição é o alicerce de todo Progresso digno deste nome, da mesma forma que o respeito ao Passado é a base sobre a qual se assenta todo Futuro grande e sólido, ou, nas palavras de Arlindo Veiga dos Santos, “o pretenso progresso que renega a tradição é eterno recomeço, perpétua imperfeição”,[28] do mesmo modo que “o Presente que nega o Passado não terá Futuro”.[29]
Fio que une as gerações presentes às pretéritas e às futuras, deve ser a Tradição compreendida, pois, não como uma relíquia de museu ou um ser fossilizado, mas sim como uma força viva, dinâmica e atuante, que não se constitui na antítese do Progresso, mas em seu pressuposto. “Fonte de permanente renovação”, na frase de Alfredo Buzaid, a Tradição nos subministra, conforme enfatizou este, “o passado vivo, com os seus exemplos, as suas aspirações, o seu legado de saber e de experiências”.[30]
A Tradição, realidade viva e dinâmica, tem importância central na estruturação das instituições políticas de uma nação, e define a identidade, o caráter desta, assim como a sua missão histórica, conforme assinalou Heraldo Barbuy.[31] Neste diapasão, no estudo há pouco citado sobre Francisco Elías de Tejada, ponderou Plínio Salgado que “a Tradição é o caráter da Nação” e, assim como para o homem isolado o caráter vem a ser, em última análise,
a memória de cada ato individual e do conjunto dos atos individuais na sua vida de relação com outros homens e com o conjunto social, informando permanentemente o “fazer” e o 'que fazer' no presente e no futuro, também o caráter de uma Nação consiste nessa faculdade de lembrar, de trazer em dia as atitudes pretéritas, para harmonizar o que foi, o que é e o que virá, num sentido de afirmação de personalidade.[32]
 Pouco adiante, havendo ressaltado que não se utilizava, num caso como no outro, do termo “memória” somente no sentido naturalista ou experimentalista da psicologia, mas também com um “sentido espiritual de permanência” e mesmo de “consciência de vocação”, o autor de Reconstrução do Homem e O ritmo da História asseverou que “perder a Tradição, para os indivíduos, como para os povos, é perder a memória e, com esta, a noção do seu próprio ser e do seu definido que-fazer”. É, em uma palavra, “o embrutecimento, que prepara o homem, como as coletividades humanas, para a abdicação de toda liberdade e a extrema degradação dos cativeiros políticos, econômicos e morais."[33]
Afastada da Tradição, a política acabou dominada pelo “idealismo utópico” de que nos falou Oliveira Vianna[34] e que corresponde à “política silogística” denunciada por Joaquim Nabuco[35] e à “política abstrata” de que nos falou José Pedro Galvão de Sousa.[36] Este idealismo, de ruinosas consequências para todo o chamado tecido social, também pode ser denominado idealismo inorgânico e vem a ser o idealismo que não toma em consideração os dados da experiência,[37] ou, noutras palavras, da Tradição e da História, podendo ser definido como sendo “todo e qualquer conjunto de aspirações políticas em íntimo desacordo com as condições reais e orgânicas da sociedade que pretende reger e dirigir”.[38]
Ao idealismo utópico, os verdadeiros tradicionalistas e realistas devem opor o “idealismo orgânico”, de que igualmente nos falou Oliveira Vianna e que corresponde, por sua vez, ao “idealismo fundado na experiência” de que nos falou José Ingenieros[39] e ao “idealismo construtor” sustentado por Gustavo Barroso[40] e Plínio Salgado.[41] É este, como escrevemos algures,[42] o idealismo consciente de que as instituições devem brotar da Tradição e da História dos povos e não da cabeça de ideólogos forjadores de quimeras e utopias, isto é, o idealismo que extrai da História uma Tradição sólida e viva, um coeficiente espiritual de edificação moral, social e cívica, um desenvolvimento estável e verdadeiro, transmissor e enriquecedor do patrimônio de pensamento e de costumes herdado de nossos maiores.
Por fim, cumpre sublinhar que a fidelidade às raízes, raízes do Homem enquanto ser essencialmente histórico e tradicional, exprime o mais profundo sentido de Tradição, que não exclui, de forma alguma, a razão criadora.[43] Em verdade, podemos dizer que não há doutrina política mais racional do que o tradicionalismo, tanto quanto podemos dizer que não existem ideologias mais irracionais do que aquelas produzidas pelo denominado racionalismo e tanto quanto podemos dizer que inexiste doutrina política mais renovadora e revolucionária na acepção mais própria e tradicional do termo do que o tradicionalismo. Assim, conhecedores da História, da Tradição e de suas lições e conscientes de que, como escreveu Heidegger, “tudo o que é essencial e grande surgiu do fato de que o homem tinha uma pátria e estava radicado em uma tradição”,[44] bem como do fato de que fora da Tradição não há progresso nem renovação, mas apenas decadência e anarquia, os tradicionalistas, “homens do eterno”, na expressão de Thibon,[45] e, destarte, os únicos verdadeiros senhores do Futuro, devem lutar, com todas as suas forças e sem nada esperar em troca, para que o homem e a Sociedade retornem ao ponto de partida, que não é senão a Tradição.

Victor Emanuel Vilela Barbuy, Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 4 de maio de 2015.


[1] Cf. José Pedro Galvão de SOUSA, Clovis Lema GARCIA e José Fraga Teixeira de CARVALHO, Dicionário de Política, São Paulo, T.A. Queiroz, 1998, p. 535.
[2] Tradição e Revolução.
[3] De pai para filho: elogio da Tradição, Tradução de Orlando Soares Moreira, Edições Loyola, 2005. Obra originalmente escrita em italiano.
[4] In Fernando CAMPOS (Organizador),Os nossos mestres ou Breviário da Contra-revolução: juízos e depoimentos, Lisboa, Portugália Editora, 1924, p. 147.
[5] Tradição e Revolução. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=320#.VVKcA5NhLQc. Acesso em 02 de maio de 2015.
[6] Metapolitica y tradicionalismo. Disponível em: http://disenso.info/?p=1949. Acesso em 02 de maio de 2015. Tradução nossa.
[7] La lección política de Navarra, in Reconquista, ano I, volume I, n. 2, São Paulo, 1950, p. 127. Tradução nossa.
[8] Segurança jurídica e crise pós-moderna, São Paulo, Quartier Latin, 2012, p. 35.
[9] Cf. Félix Adolfo LAMAS, Tradición, tradiciones y tradicionalismos, in Ricardo DIP (Organizador), Tradição, revolução e pós-modernidade, Campinas, Millennium, 2001, p. 26.
[10] Segurança jurídica e crise pós-moderna, cit., loc. cit.
[11] Cf. Victor Emanuel Vilela BARBUY, Idealismo utópico e idealismo orgânico. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=137. Acesso em 02 de maio de 2015; José Pedro Galvão de SOUSA, Clovis Lema GARCIA e José Fraga Teixeira de CARVALHO, Dicionário de Política, São Paulo, T.A. Queiroz, 1998, p. 533.
[12] Ao princípio era o Verbo, 2ª edição, Lisboa, Editorial Restauração, 1959, p. 10.
[13] Idealismo utópico e idealismo orgânico, cit. O trecho de José de Alencar por nós parafraseado se encontra em A propriedade, Prefação do Conselheiro Dr. Antônio Joaquim Ribas, Rio de Janeiro, B. L. Garnier – Livreiro-Editor, 1883, p. 2.
[14] O Novo Estado, Tradução portuguesa, Lisboa, Edições Gama, 1947, p. 15.
[15] O ritmo da História, 3ª edição (em verdade 4ª), São Paulo, Voz do Oeste; Brasília, INL (Instituto Nacional do Livro), 1978, p. 205.
[16] Entre mar e rio, 3ª edição, in Poesias reunidas, Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1960, p. 446.
[17] Cumpre ressaltar que, diversamente de Hélio Rocha, consideramos que a Tradição, embora sendo a “seiva circulante” e o “prosseguimento”, representando a “continuidade” e condicionando o “ponto de chegada” de uma comunidade, não deixa também de ser, como o Passado, um “marco”, e de representar também o “começo”, as “raízes” de uma comunidade.
[18] Apud Derval Cardoso GRAMACHO, Toré: uma tradição inventada na etnogênese dos Kiriri, Dissertação apresentada ao Colegiado do Curso de Mestrado em Cultura, Memória e Desenvolvimento Regional, do Campus V da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), como requisito para obtenção do grau de Mestre, Santo Antônio de Jesus, Bahia, 2010, p. 7.
[19] La causa diferenciadora de las comunidades políticas – Tradición, Nación e Imperio, Madrid, Instituto Editorial Reus, 1943, p. 16. Tradução nossa.
[20] Dicionário de Política, São Paulo, T.A. Queiroz, 1998, p. 535
[21] Espírito do século XX, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira S/A, 1936, pp. 263-264.
[22] Les hommes del’éternel, Paris, Editions Mame, 2012, p. 115. Tradução nossa.
[23] The New Jerusalem, Londres, Hodder & Stoughton, 1920, p. I. Tradução nossa.
[24] Vázquez de Mella (antologia), Seleção, estudo preliminar e notas de Rafael Gambra, s/d, p. 22. Disponível em: http://www.scribd.com/doc/29642956/Vzquez-de-Mella-Antologia. Acesso em 02 de maio de 2015.Tradução nossa.
[25] Revolución, Conservadurismo, Tradición, in Verbo, série XIII, número 123, Madri, Março de 1964, p. 293. Tradução nossa.
[26] O ritmo da História, 3ª edição (em verdade 4ª), São Paulo, Voz do Oeste; Brasília, INL (Instituto Nacional do Livro), 1978, p. 205.
[27] Atualidades brasileiras, 2ª edição, in Obras completas, 2ª edição, volume 16, São Paulo, Editora das Américas, 1959, p. 371.
[28] Sob o signo da fidelidade: considerações históricas. São Paulo: Pátria-Nova, s/d, p. 4.
[29] Ideias que marcham no silêncio. São Paulo: Pátria-Nova, 1962, p. 76.
[30] A missão da Faculdade de Direito na conjuntura política atual, in Ensaios literários e históricos, São Paulo, Editora Saraiva, 1983, p. 228.
[31] A Nação e o Romantismo, in O problema do ser e outros ensaios, São Paulo, Convívio, Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP), 1984, p. 276.
[32] O ritmo da História, 3ª edição (em verdade 4ª), São Paulo, Voz do Oeste; Brasília, INL (Instituto Nacional do Livro), 1978, p. 209.
[33] Idem, pp. 209-210.
[34] Sobre o idealismo utópico, assim como sobre seu oposto, o idealismo orgânico: Victor Emanuel Vilela BARBUY, Idealismo utópico e idealismo orgânico. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=137. Acesso em 02 de maio de 2015.
[35] Balmaceda. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira S.A., 1937, p. 15.
[36] Valores eternos, in Reconquista, ano I, volume I, número 2, São Paulo, 1950, p. 138.
[37]  Cf. Oliveira VIANNA, O idealismo da Constituição, 2ª edição aumentada, São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1939, p. 12.
[38] Idem, p. 10.
[39] O homem medíocre, Tradução não assinada, São Paulo: Cultura Moderna, 1936, p. 14.
[40] Carta à Mocidade Brasileira, in O Integralismo em marcha, 1ª edição, Rio de Janeiro, Schmidt, Editor, 1933, p. 12.
[41] Discursos, 3º edição, in Obras Completas, 2ª edição, volume 10, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 357.
[42] , Idealismo utópico e idealismo orgânico, cit.
[43] Cf. José Pedro Galvão de SOUSA, Clovis Lema GARCIA e José Fraga Teixeira de CARVALHO, Dicionário de Política, cit., p. 533.
[44] Ormai solo un dio ci si può salvare. Intervista con lo “Spiegel”. Trad. italiana de A. Marini. Parma: Guanda, 1987, p. 135. Tradução nossa.
[45] Les hommes del’éternel, Paris, Editions Mame, 2012.


[i] Comunicação apresentada a 5 de maio de 2015, na X Semana de Filologia na USP, realizada na Sala de Videoconferência de Filosofia e Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

1 comment:

Vinicius Feitosa said...

Olá!
Estou divulgado textos do grande Arlindo Veiga dos Santos!
http://nihilosinedeo.blogspot.com.br/2015/09/patrianovismo.html