Thursday, August 06, 2009

Tradicionalismo, Patriotismo, Nacionalismo


Por Victor Emanuel Vilela Barbuy


O presente artigo constitui a parte inicial, revista e ampliada, de O nosso nacionalismo, trabalho de nossa autoria que constará do livro sobre o Manifesto Integralista de Outubro de 1932, a ser em breve publicado por Gumercindo Rocha Dorea, e trata do nacionalismo, do patriotismo e do tradicionalismo, uma vez que o autêntico nacionalismo pressupõe o amor à Pátria e à sua Tradição, cumprindo frisar que, como ensina Martin Heidegger:
“Tudo o que é essencial e grande surgiu do fato de que o homem tinha uma pátria e estava radicado em uma tradição” [1].
Patriotismo, sentimento espontâneo e decorrente da Lei Natural, é o amor à Pátria, à Terra Patrum, Vaterland, Terra dos Pais, que é também nossa e de nossos filhos nascidos ou por nascer. Assim, parafraseando e completando Renan [2], em seu célebre aforismo sobre a Pátria, afirmamos que esta é composta dos mortos que a fundaram e consolidaram, dos vivos que a continuam hoje e daqueles que estão por nascer e a continuarão amanhã. Em uma palavra, a Pátria é o Passado, o Presente e o Futuro; o Ontem, o Hoje e o Amanhã.
Errados estão, portanto, todos aqueles que, apegados ao significado etimológico do termo, afirmam ser a Pátria somente a terra de nossos ancestrais, da mesma forma que estão errados os que a consideram somente a terra dos filhos ou, ainda, nossa e de nossos filhos.
O insigne sociólogo e pensador político patrício Alberto Torres infelizmente está entre aqueles que consideram a Pátria apenas a terra dos filhos, sustentando, em A organização nacional, que “à pátria dos pais, dos antigos, sucedeu, para o homem contemporâneo, a pátria dos filhos”, sendo a inversão do sentido de tal palavra, a seu sentir, “um dos mais belos fenômenos de progresso, na vida dos vocábulos” [3].
Isto posto, faz-se mister assinalar que Alberto Torres, que inegavelmente nos legou diversas lições admiráveis de Política, Economia e Sociologia, cometeu muitos equívocos como o acima apontado, sendo tais equívocos fruto, sem dúvida alguma, de seu desapego à Tradição, ao Passado, que, segundo ele, “em seu conjunto, representa a imperfeição” [4], cumprindo destacar que Plínio Salgado soube como ninguém, nem mesmo Oliveira Vianna, absorver as lições positivas do mestre, ao mesmo tempo em que rejeitava seus erros, sobretudo o desapego à Tradição e às bases morais de nossa formação.
Voltemos, todavia, ao conceito de Pátria. Preleciona Rui Barbosa, no célebre Discurso no Colégio Anchieta, de 1903, que esta é a “família amplificada” [5], assim a definindo pouco adiante:
“A pátria não é ninguém: são todos, e cada qual tem no seio dela o mesmo direito à ideia, à palavra, à associação.
A pátria não é um sistema, nem uma seita, nem um monopólio, nem uma forma de governo: é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos nossos antepassados, a comunhão da lei, da língua e da liberdade” [6].
Havendo citado Rui Barbosa, julgamos oportuno assinalar que este, longe de ser o ferrenho individualista e o liberal ortodoxo de que tanto se tem falado, foi um homem que defendeu, dentre outras coisas, a Democracia Social (que não se pode confundir com a social-democracia de inspiração marxista) e a socialização do Direito, admirando o chamado “socialismo cristão” do Cardeal Mercier, a que preferimos denominar Cristianismo Social, denominação também preferida, aliás, por Alfredo Buzaid em sua esclarecedora conferência sobre Rui e a questão social, pronunciada a 02 de setembro de 1965 na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo [7].
Insta ressaltar, ademais, que Rui Barbosa morreu católico e afastado da maçonaria [8], repudiando totalmente o célebre prefácio que escrevera na mocidade, a pedido de Saldanha Marinho, para o livro O Papa e o Concílio, de Janus [9], e chegando mesmo a sair comprando os remanescentes da primeira edição de tal obra, a fim de impedir a propagação de seus erros de juventude [10].
Não podemos deixar de transcrever a admirável preleção do ínclito doutrinador tradicionalista, patriótico e nacionalista espanhol Ramiro de Maeztu y Whitney, mártir da Cruzada Espanhola de 1936/39, em sua obra Defensa de la Hispanidad, no sentido de que “a pátria é espírito”, ao que acrescenta, pouco adiante:
“A pátria é um patrimônio espiritual em parte visível, porque também o espírito do homem encarna na matéria, e aí estão para atestá-lo as obras de artes plásticas: igrejas, monumentos, esculturas, pinturas, mobiliário, jardins, e as utilitárias: estradas, cidades, vivendas, plantações; mas em parte invisível, como o idioma, a música, a literatura, a tradição, as façanhas históricas, e em parte visível e invisível, alternadamente, como os costumes e os gostos. Tudo junto faz de cada pátria um tesouro de valor universal, cuja custódia corresponde a um povo” [11].
Isto posto, cabe ressaltar que o conceito de Pátria é de natureza sentimental e geográfica, do mesmo modo que o conceito de País é meramente geográfico e que o de Nação é sobretudo histórico, cultural e racional [12].
Voltando, porém, ao patriotismo, - virtuoso sentimento que nos une à nossa Terra e ao nosso Povo e que de maneira alguma pode ser confundido com o chauvinismo, o jacobinismo ou o xenofobismo – frisamos que este não exclui de modo algum o universalismo e que, como preleciona o Papa Leão XIII na Encíclica Sapientiae Christianae, é a própria Lei Natural que nos impõe o amor devotado ao país em que nascemos e crescemos [13].
Cumpre sublinhar, entretanto, que o amor à Pátria terrena não se deve sobrepor em hipótese alguma ao amor à Pátria Celeste, a quem devemos, com efeito, a nossa maior devoção.
Isto posto, passemos à definição de nacionalismo. Este é a virtude moral que nos leva a servir e defender a Nação e seus superiores interesses, sendo importante destacar que o termo Nação, conhecido desde a denominada Idade Média, deriva do verbo latino nasci, nascer, trazendo a ideia de filiação, de origem comum.
O nacionalismo, “armadura do patriotismo”, na expressão de Yves de la Brière [14], não constitui, como ensina Antonio Messineo, apenas a virtude moral que nos inclina a amar a nossa Nação, mas também “a cumprir todos os deveres, que a piedade nos impõe para com todos aqueles que nos são unidos pela identidade de origem e cultura” [15].
Não podemos deixar de consignar que, como ensina António Sardinha – inspirado poeta e brilhante líder e doutrinador do movimento tradicionalista, patriótico, nacionalista e monárquico denominado Integralismo Lusitano – o nacionalismo supõe, “em relação ao grande conjunto humano, um universalismo”. Tal universalismo não pode e não deve ser confundido com o cosmopolitismo e o internacionalismo burguês, constituindo, em verdade, “o universalismo que a Idade Média professou e a que Augusto Comte rendia tão calorosas homenagens: a sociedade internacional restabelecida e restaurada sobre as únicas bases duradouras, - as da Cristandade” [16].
O nacionalismo tendente ao universalismo é aquele nacionalismo verdadeiro de que fala Plínio Salgado em Mensagem às pedras do deserto; é aquele nacionalismo cristão que, segundo o autor de Espírito da burguesia, “não deve ser nem exagerado nem superficial”, mas “equilibrado e profundo, justo e lúcido”, espelhando “a personalidade de uma Pátria, constituída pelo conjunto das personalidades congregadas no grupo nacional” [17].
O nacionalismo tendente ao universalismo é, enfim, aquele definido pelo Papa Pio XI como o “justo nacionalismo, que a reta ordem da caridade cristã não somente não desaprova, mas com regras próprias santifica e vivifica” [18].
A Nação, conceito eminentemente histórico, cultural e racional, conforme dissemos há pouco, é caracterizada, antes e acima de tudo, por sua Tradição, que diferencia seu povo em relação aos demais povos do Orbe Terrestre, forjando o caráter da personalidade nacional.
Formada por seus filhos e pelos Grupos Naturais a que estes pertencem e nos quais exercem melhor seus deveres e direitos, a Nação é uma entidade inconfundível, um organismo dotado de fórmula sociológica, vocação e modo de vida próprios, decorrentes de sua formação histórica e social, de seu Passado e Tradição integrais, como aprendemos nas lições de Burke, De Maistre, De Bonald, Möser, Novalis, Adam Müller, Savigny, Ranke, Oliveira Vianna, Plínio Salgado e outros mais.
A Nação é – como ensina Plínio Salgado – uma continuidade histórica, no Passado, no Presente e no Porvir, um “patrimônio territorial no espaço geográfico”, uma realidade social, uma expressão moral e ética, como conjunto de pessoas, famílias, sindicatos, corporações, municípios. “É a unidade humana diferenciada pelo meio físico, pela estrutura étnica, pelos índices culturais, pelo idioma, pelo temperamento e vocação de um povo”, podendo faltar-lhe um ou mesmo mais de um de tais elementos, como a unidade lingüística ou étnica, mas jamais “aquele espírito de grupo a que se refere Durkheim, com certo exagero, mas que nós podemos aceitar nos seus próprios limites” [19].
Não concordamos de forma alguma com René Guénon no que respeita à ideia de Nação. Enquanto o autor de A crise do Mundo Moderno condena tal conceito, vendo, com efeito, a formação das nações, das nacionalidades como um aspecto da desagregação da Cristandade [20] e, mais do que isto, como “o meio utilizado para se destruir a organização social tradicional do Medievo” [21], nós outros vemos a ideia de Nação como tradicional e defendemos a existência de uma Tradição Nacional. Concordamos, pois, com Marcello Veneziani, para quem a defesa da Identidade Nacional e da Tradição Nacional, longe de ser “uma negação da ideia de Tradição”, é como que “um defender a tradição e a identidade de um povo da erradicação e do cosmopolitismo, da colonização e da globalização” [22].
A Nação – voltando à lição de Plínio Salgado – é “consciência de Tradição, de Atitude e de Destino histórico” [23], se exprimindo politicamente numa personalidade coletiva, que tem consciência de onde veio, de onde está e de para onde deve ir [24].
No mesmo sentido, pondera Gustavo Barroso que a Nação “é a continuidade física e moral das gerações unidas pela experiência e pela sucessão dos fatos através dos séculos” [25].
O nacionalismo pressupõe, portanto, não apenas o patriotismo, mas também o tradicionalismo, isto é, a defesa da Tradição Integral que recebemos de nossos maiores e que temos a missão de entregar, de transmitir a nossos descendentes. Este tradicionalismo não se confunde com o passadismo ou o mero conservantismo, sendo, ao contrário, a continuidade no progresso e, com efeito, o único e verdadeiro progressismo, posto que as nações que perdem o sentido de sua Tradição, de sua História, de seu Passado Integral, não conseguem ser grandes no Presente e nem no Futuro e o único progresso efetivo é aquele fundamentado na Tradição. Esta, em latim Traditio, de tradere (entregar), é a transmissão, a entrega constante, através das sucessivas gerações, de um patrimônio de valores comuns, mantidos em sua essência, corrigidos sempre que necessário e incessantemente aprimorados [26], não sendo, como preleciona o magno pensador tradicionalista, patriótico e nacionalista espanhol Víctor Pradera, mártir – como Maeztu – da Cruzada Espanhola de 1936/39, apenas o Passado, mas o Passado que sobrevive e que tem condições de se fazer Futuro [27].
Neste sentido, ensina Michele Federico Sciacca:
“Uma consciência autenticamente cristã não pode colocar-se em ruptura nem em face da tradição, como o faz a revolução, nem em face do progresso, como o faz o conservadorismo. Põe-se em posição dialética em face de um e em face de outro, isto é, adota a posição justa de conservar renovando e renovar conservando, que é a dialética ou a relação que une a tradição e o progresso, porque não há progresso verdadeiro ou construtivo sem tradição e não há tradição viva e operante sem progresso; mais, a tradição, como tal, é a essência do progresso, movimento, renovação” [28].
Com efeito, Giovanni Gentile - o genial filósofo do Attualismo e doutrinador do Estado Ético, barbaramente assassinado, em 1944, pelos partigiani, vergonha da Itália – sustenta que a Tradição de um povo constitui a sua paternidade e que a rejeição da mesma relegaria os povos ao primitivismo de uma vida absolutamente rudimentar, sem memória e sem arte [29].
A Tradição é – como preleciona Arlindo Veiga dos Santos, inspirado poeta e fundador, Chefe e principal doutrinador do Patrianovismo [30] - um princípio de natureza estático-dinâmica [31].
Herder, verdadeiro pai do admirável movimento tradicionalista conhecido como Romantismo Alemão [32], define a Tradição como a “cadeia sagrada que liga os homens ao passado e que conserva e transmite tudo o que foi feito por aqueles que os precederam” [33]. Tal definição somente não é perfeita porque omite o fato de que a Tradição não liga os homens apenas ao Passado, mas também ao Futuro; une os homens não só aos ancestrais, como também aos descendentes.
Julius Evola, mestre do chamado Tradicionalismo Integral que infelizmente jamais compreendeu a verdadeira essência do Cristianismo, observa que, após a queda da Civilização Medieval, a força da Tradição passou do visível ao invisível, tornando-se uma hereditariedade que se transmite em uma secreta cadeia que une poucos a poucos [34].
Embora no Mundo Moderno e Contemporâneo os valores tradicionais tenham inegavelmente perdido força e os Estados tenham deixado de ser governados pela Tradição, esta – ao contrário do que afirma o inegavelmente genial autor de Revolta contra o Mundo Moderno – nunca se tornou invisível e jamais passou à condição de cadeia secreta que une poucos a poucos. Com efeito, a Tradição, que não é somente esotérica, mas também exotérica, sempre permaneceu e permanecerá como uma cadeia a um só tempo visível e invisível que liga muitos a muitos, sendo tradicionalista a maior parte da população de qualquer país da Terra.
É nosso dever despertar esta maioria silenciosa e lutar contra as ideias inautênticas do Mundo Moderno e Contemporâneo – Mundo da ditadura do ouro, da máquina, da técnica, do número, do capital especulativo, ou, numa palavra, Mundo da Matéria sobre o Espírito, da Burguesia sobre a Nobreza, entendidas estas últimas não como classes sociais, mas sim como estados de espírito -, restaurando o Primado da Tradição, cadeia sagrada que nos liga a nossos maiores e aos nossos descendentes e patrimônio que devemos legar, aprimorado, a nossos filhos nascidos ou por nascer.


NOTAS



[1] HEIDEGGER, Martin. Ormai solo un dio ci si può salvare. Intervista con lo “Spiegel”. Trad. italiana de A. Marini. Parma: Guanda, 1987, p. 135.
[2] Citamos de memória.
[3] TORRES, Alberto. A organização nacional. Primeira parte: a Constituição. 3ª ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1978, p. 112.
[4] Idem, p. 198.
[5] BARBOSA, Rui. Discurso no Colégio Anchieta. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1981, p. 7.
[6] Idem, p. 8.
[7] BUZAID, Alfredo. Rui e a questão social. In BUZAID, Alfredo. Rui Barbosa processualista civil e outros estudos. São Paulo: Editora Saraiva, 1989, p. 99.
[8] NOGUEIRA, Rubem. História de Ruy Barbosa. 2ª ed. Salvador: Livraria Progresso Editora, 1957, pp. 34-36.
[9] LIMA, Alceu Amoroso. (Tristão de Athayde). Estudos. Quinta série. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, S. A,, 1933, p. 232.
[10] Idem, p. 233.
[11] MAEZTU, Ramiro de. Defensa de la Hispanidad. 2ª ed. Madri: Ediciones Fax, 1935, p. 232.
[12] SALGADO, Plínio. Direitos e deveres do Homem. 1ª ed. Rio de Janeiro: Livraria Clássica Brasileira, 1950, pp. 131-132.
[13] Leão XIII. Encíclica Sapientiae Christianae, dada em Roma a 10 de janeiro de 1890. Disponível (em inglês) em: http://www.vatican.va/holy_father/leo_xiii/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_10011890_sapientiae-christianae_en.html. Acesso em 15 de outubro de 2007.
[14] BRIÈRE, Yves de la. Quels sont nos devirs envers la cité?. Paris: Editions Flammarion, 1930, p. 62.
[15] MESSINEO, A. La Nazione. Roma: La Civiltà Cattolica, 1944, p. 144.
[16] SARDINHA, António. Ao princípio era o verbo. 2ª ed. Lisboa: Editorial Restauração, 1959, p. 12.
[17] SALGADO, Plínio. Mensagem às pedras do deserto. 2ª ed. In SALGADO, Plínio. Obras Completas. 1ª ed., vol. XV. São Paulo: Editora das Américas, 1956, pp. 341.
[18] PIO XI. Encíclica Caritate Christi Compulsi. Disponível (em italiano) em: http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19320503_caritate-christi-compulsi_it.html. Acesso em 15 de outubro de 2007.
[19] SALGADO, Plínio. Direitos e deveres do Homem. Op. cit., pp. 129-130.
[20] GUÉNON, René. La crisi del Mondo Moderno. Trad. italiana e intr. de Julius Evola. Roma: Edizioni Mediteranee, 2003, p. 45.
[21] GUÉNON, René. Il Regno della Quantità e i Segni dei Tempi. Trad. italiana de Tullio Masera e Pietro Nutrizio. Milão: Gli Adelphi, 2009, p. 208.
[22] VENEZIANI, Marcello. De pai para filho: Elogio da Tradição. Trad. de Orlando Soares Moreira. São Paulo: Edições Loyola, 2005, p. 130.
[23] SALGADO, Plínio. Direitos e deveres do Homem. Op. cit., p. 134.
[24] Idem, p. 132.
[25] BARROSO, Gustavo. História Militar do Brasil. 1ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1935, p. 119.
[26] SOUSA, José Pedro Galvão de; GARCIA, Clovis Lema; CARVALHO, José Fraga Teixeira de. Dicionário de Política. São Paulo: T.A. Queiroz, 1998, p. 533.
[27] PRADERA, Víctor apud SOUSA, José Pedro Galvão de; GARCIA, Clovis Lema; CARVALHO, José Fraga Teixeira de. Dicionário de Política. Op. cit., loc. cit.
[28] SCIACCA, Michele Federico. Revolución, Conservadorismo, Tradición. In Verbo, nº 123, p. 283, Madri. Apud José Pedro Galvão de; GARCIA, Clovis Lema; CARVALHO, José Fraga Teixeira de. Dicionário de Política. Op. cit., p. 533.
[29] GENTILE, Giovanni. La tradizione italiana. In GENTILE, Giovanni. Frammenti di estetica e di teoria della storia, vol. II. Florença: Le Lettere, 1992, pp. 97-98.
[30] Sobre o Patrianovismo, movimento tradicionalista, patriótico e nacionalista que prega a instauração, no Brasil, de uma Monarquia Tradicional, orgânica e social: SOUSA, José Pedro Galvão de; GARCIA, Clovis Lema; CARVALHO, José Fraga Teixeira de. Dicionário de Política. Op. cit., pp. 408-409; LIMA, Alceu Amoroso. (Tristão de Athayde). Estudos. Quinta série. Op. cit., pp. 299-309; MALATIAN, Teresa. Império e missão: um novo monarquismo brasileiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2001.
[31] SANTOS, Arlindo Veiga dos. Ideias que marcham no silêncio... São Paulo: Pátria Nova, 1962, p. 43.
[32] Sobre o Romantismo Alemão: BARBUY, Heraldo. A nação e o romanstismo. In BARBUY, Heraldo. O problema do ser e outros ensaios. São Paulo: Convívio/Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP), 1984, pp.259-291.
[33] HERDER, Johann Gottfried apud VENEZIANI, Marcello. De pai para filho: Elogio da Tradição. Op. cit., p. 113.
[34] EVOLA, Julius. Heidnischer Imperialismus. II ed. italiana revisada com Imperialismo pagano. Roma: Edizioni Mediteranee, 2004, p. 197.



BIBLIOGRAFIA


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VENEZIANI, Marcello. De pai para filho: Elogio da Tradição. Trad. de Orlando Soares Moreira. São Paulo: Edições Loyola, 2005.

3 comments:

pikachu.loko.13 said...

Sou patriota, mas sou ateu.

Davi said...

não és nem nacionalista, nem cristão. és ateu pq achas que isso choca.
podre animal irracional.

NC said...

Bom texto e bom blogue. Coloquei-o na minha lista de imperdíveis.
Bom trabalho!

Cumprimentos,